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quinta-feira, 26 de abril de 2012

DIANTE DO MAR

Ímpeto
Leonardo Valesi Valente


Perante o mar
que os olhos devotem-nos
de imergir.
Ali o imenso
que nos testemunha
o desejo.
Tão os olhos
vivendo-nos de amor
marejam

segunda-feira, 16 de abril de 2012

NOME DE SERTÃO

"Dos lugares o que faltar terá nome com o sertão"
Leonardo Valesi Valente

Fotografia: Sertão Azul - Francisco de Assis Xavier Neto - Abr/2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

SERTÃO

"O sertão é uma espera enorme"
Guimarães Rosa

Fotografia: Sertão Azul - Francisco de Assis Xavier Neto - Abr/2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

VONTADE

Fotografia: Inventos - Francisco de Assis Xavier Neto - Mar/2012

Impedimento
Leonardo Valesi Valente

Estiveram as memórias
Do poeta
Aonde restarão
Mero reinvento
E alguma vontade
De ainda poder

quarta-feira, 21 de março de 2012

DUETO

Leonardo Valesi Valente em: Dueto Imaginário com Manoel de Barros.

terça-feira, 20 de março de 2012

SOPRO

"...alguém que tem o lugar de sopro no meu destino."
M. G. Llansol

quinta-feira, 1 de março de 2012

DE UMA ESCRITA AZUL

"Renuncio este escrito para que poema venha alcançar o espaço de um azul. Nenhuma letra me encostaria assim tão longe. O azul repete a vida."
Leonardo Valesi Valente

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

AO POETA REVOLUCIONÁRIO


Para Leonardo Valesi valente

"E súbito da calçada sobe
e explode
junto ao meu rosto o pás-
saro? O pas
?
Como chamá-lo? Pombo? Bomba? Prombo? Como?
Ele
Bicava o chão há pouco
era um pombo mas
súbito explode
em ajas brulhos zules bulha zalas
e foge!
Como chamá-lo? Pombo? Não:
Poesia
Paixão
Revolução"

A poesia-Ferreira Gullar
Dentro da Noite Veloz

sábado, 4 de fevereiro de 2012

IMENSIDÃO

Maré
Leonardo Valesi Valente


Amar é um risco
ou
mais um cisco
do tamanho do mar.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

POUSO

"Ando me aprimorando de pássaro. Vez que o dia vem requerer poema com liberdade, eu saio pousando de asa pra aceitar."

Leonardo Valesi Valente

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

POESIA EM TODA ARTE


1°Sarau de poesia do Grupo Coletivo Revolucionário, um momento de boa letra com poetas de quilate extraordinário: Leovardo Valesi Valente (Leovalesi), Mara Cristina (MaraMacrimed), Toninho, Lainepaiva, Mariogersosn, entre outros grandes poetas!! Imperdível!!!

#SarauRevolucionário no twitter
29/jan/2012
domingo, das 19 às 21h
horário de Bsb/DF

Promoção: Coletivo Revolucionário
http://coletivorevolucionario.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ESPAÇO DE ESCRITA


Mais um espaço de escrita do poeta Leonardo Valesi Valente. Bem vindo!
http://minutissimo.blogspot.com/

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

ESCRITA


Tara
Leonardo Valesi Valente

Escrevo
do que preciso

Correr o perigo das palavras
que invento
que não ganharam som,
nem memória.
Mas que o vento vai
e me arrasta para fascínios de loucura
com que me espalho
de poema.

Impreciso
o que sinto

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

POÉTICA

Atol
Leonardo Valesi Valente

Tive uma ideia para vídeo:
gaivotas, voando, assim brincante,
com aquele estalido
de quando riscam baixo
perto da água.

No tempo de fim do dia,
eu ia abrindo um invento.
Tarde, de volta para a casa,
agora carregado de escritos.

E o azul do céu...
Tanta cor para os pássaros -
seres que despencam de voar
no infinito cerúleo.

Escutei Fênix;
e “Marfim” criava o vestido
que seu amor desenharia.
O meu
desenhou o que senti.

Traço maior que a tarde sem fim,
mais alto que o pio dos pássaros,
ainda mais forte que a ideia de cinema,
tão suave quanto a canção
e esse poema que não escrevi.
Um amor espalhado com o vento,
o seu.

Vivo o profundo que estive ali
criando o que amar,
no mesmo lugarzinho,
sem você.


Para Francisco de Assis Xavier Neto
04/12/2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

SARAMAGO

"Sentir como uma perda irreparável o acabar de cada dia. Provavelmente, é isto a velhice".
José Saramago

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

MANUEL BANDEIRA

(1886-1968)

PÁGINA


POEMA TIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL



João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número.
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.






Manuel Bandeira

sábado, 10 de setembro de 2011

ODE TO JOY




KEATS


A thing of beauty is a joy

For ever
, Keats exprimiu.
Mas ele próprio sentiu
Quanto essa alegria dói.

Manuel Bandeira